Juventude Socialista de Minas Gerais Realiza Curso de Capacitação Política

A Juventude Socialista de Minas Gerais, com o apoio da executiva estadual do PDT e da executiva municipal do PDT de Belo Horizonte, realizou entre os dias 6 e 7 de dezembro um curso de capacitação política que contou com a participação de 40 militantes da JS mineira e alguns convidados de várias regiões do estado. O curso foi realizado no Centro de Formação do MST, que no dia 6 de dezembro comemorou 25 anos de luta. Na ocasião, aconteceu uma grande confraternização e uma “mística”, onde a JS foi também homenageada pelos companheiros do MST.

Durante os dois dias, foram apresentados os temas: Histórico do Socialismo (por Pedro Otoni – dirigente da Brigadas Populares), O Trabalhismo e a organização partidária (por Manoel Costa – Presidente do PDT MG), A história da Juventude Socialista (por Hélio Rabelo – ex. presidente da JS MG), Conjuntura Geral e a crise econômica (por Sérgio Miranda – ex. Dep. Federal), PPJ (por Darcy Vieira – direção nacional da JS) e uma plenária do Movimento Estudantil.

Com muito entusiasmo, a galera participou atentamente de cada momento, exercitando o conhecimento, a disciplina e é claro o debate, que foi intenso a cada painel. O curso foi marcado por uma metodologia bem envolvente e descontraída, com e realização de várias dinâmicas, momentos de descontração e interação entre companheiros e companheiras. “O curso foi um sucesso. Da metodologia, da participação e principalmente das caras novas que participaram, concretizando a formação de novos quadros que é o grande desafio da nossa organização.” afirmou Vicente Silluzio presidente da JS MG.

Na mesa de encerramento, o momento mais marcante foi o ato de filiação do companheiro Guilherme Guilliard da cidade de Contagem, que selou naquele momento seu compromisso com as causas Socialistas, tendo a JS como instrumento de luta.

Para o presidente do PDT MG, Manoel Costa, formação é prioridade: “parabenizo a direção da JS pela iniciativa. Vamos priorizar a capacitação política da nossa juventude e o partido estará sempre à disposição”, salientou.

Com a realização deste curso, a JS/PDT/MG finaliza mais um ano de intensas atividades e se prepara para iniciar 2009 com muito gás, pois será um ano de muitas batalhas. Ficou encaminhado a realização da segunda reunião do diretório estadual para início de fevereiro, e antes disso, todos à Bienal de Cultura da Une e ao Fórum Social Mundial.

Por Vicente Silluzio



Olhar Trabalhista

Sérgio Miranda PDT MG e Alceu Colares PDT RS Analisam Crise Do Capitalismo Global

Confira a entrevista exibida pelo programa Olhar Trabalhista.


Qual o futuro dos Grêmios Estudantis?


Trabalhar a ideia do Grêmio em sala de aula significa ensinar cidadania não só na teoria como também na prática (é incrível como somos exclusivamente teóricos quando tratamos de certos assuntos).

O Grêmio Estudantil, além de um instrumento de organização e luta dos estudantes, não deixa de ser também um fator inibidor (via participação) da revolta gratuita que leva à violência pela violência, a depredação pela depredação outros fenomênos que constatamos no dia a dia das escolas.

A ação do educador não deve ferir a autonomia do Grêmio, restringindo-se a uma assessoria informativa e também deve se estender a um apoio politico à criação e ao livre funcionamento da entidade estudantil na escola, por mais contraditória que possa parecer esta afirmação. Dotar o estudante do máximo de informações possíveis sobre o assunto também pode ser o caminho para torná-lo independente e viabilizar assim a médio prazo a verdadeira autonomia do Grêmio estudantil.

"Não existe caminho novo, o que existe é a nova forma de caminhar".

As formas de organização populares constituídas à custa de muita luta e mobilização (sindicatos, partidos políticos, associação de bairros, associações de Pais e Mestres, colegiados, Grêmios Estudantis, etc) devem ser preservadas. Se hoje sua ação tem sido inócua contra as forças que oprimem o povo, devemos discutir como fazê-las caminhar de forma eficiente e atingir seus objetivos, ao contrário de esvazia-las. É com muita decepção e tristeza que ouvimos afirmações do tipo " este sindicato não nos serve mais". Geralmente, esses mestres cruzam os braços, nunca propõem formas alternativas de luta e simplesmente se tornam especialistas na humilhante arte de "engolir Sapos".

Para o modelo neoliberal é importante destruir as formas de organização popular. Este é o caminho para submeter o povo à ideologia do lucro e torná-lo mero espectador de uma história escrita pelos que hoje dominam a economia mundial.

Cada vez que um de nós se volta contra o sindicato, a associação de bairro, o Grêmio etc.; está reforçando a ação nefasta daqueles que querem alijar as camadas populares do processo histórico, contribuindo para no futuro vivermos num mundo onde dignidade será privilégio de poucos.

Dessa forma a discussão se o Grêmio deve ser considerado por nós como necessário ou não torn-se no momento um debate superado. O movimento exige sim que aprofundemos nossos estudos e análises sobre o porquê da pseudo-falência destas formas de organização para, através da compreensão do momento atual e de suas dificuldades, "buscarmos nossa nova forma de caminhar"

Retirado do livro Grêmio Livre do autor Luiz Paulo Araujo 1998

Palavra do Presidente !



Venha para a JS você também!

JS PDT BH Apresenta o Candidato a Prefeitura de BH

Tudo certo, tudo Sérgio!


Candidato a prefeitura de Belo Horizonte na eleição 2008 pela coligação PDT/PCB, BH pode mais, Sérgio Miranda, começou sua carreira parlamentar como vereador em Belo Horizonte em 1988 onde ficou até 1992, em 1995 assumiu a cadeira de deputado federal tendo permanecido por quatro mandatos consecutivos por Minas Gerais de 95 a 2006.

No Congresso Nacional sempre teve papel de destaque, sendo eleito de 95 a 2005, um dos cem parlamentares mais influentes do Congresso Nacional segundo os critérios do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), em um grupo seleto e intitulado de "Cabeças do Congresso".

Miranda atuou em seus mandatos parlamentares em favor do debate da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento da União.


Em suas ações insistiu que “o debate orçamentário deveria vincular-se aos grandes números da política econômica, defendendo que a percepção errônea de que austeridade fiscal e diminuição dos gastos trazem conseqüência negativas ao desenvolvimento do Brasil.

Lutou pela inclusão digital apresentado projeto que determinava a adoção, pelo Poder Público, de sistemas abertos, na oferta de facilidades e na prestação de serviços públicos por meio eletrônico. Foi expositor convidado ao 5º Fórum Internacional de Software Livre, realizado em Porto Alegre em 2004. Foi contra a reforma da Previdência implementada em 2003, que de acordo com ele tratava-se de “um projeto de desmonte e fragilização do Estado, além de significar desrespeito aos servidores públicos”. Participou ativamente dos debates organizados por entidades e atuou para interferir na proposta votada no Congresso Nacional, minimizando os efeitos danosos para os servidores.

Coerente com sua história de defesa do Estado e da Previdência pública, o deputado votou contra a proposta de reforma. Em 2004 também defendeu um salário mínimo de R$ 280,00 além da luta pela reforma sindical da qual foi signatário da proposta de reforma apresentada pelo Fórum Sindical de Trabalhadores, o PL 4554/2004. Em 2005 foi o único deputado do Congresso a denunciar a mudança de metodologia no cálculo da sobrevida (índice utilizado para cálculo do fator previdenciário) que prejudicou os trabalhadores que se aposentam a partir de 2004 e entrou com representação na Procuradoria Geral da República solicitando instalação de inquérito civil público para apurar esse fato.

Plataformas de governo: Saúde é o grande problema da cidade, além da segurança e do trânsito e aí eu incluiria também a educação, são as chamadas políticas sociais, na saúde é onde o povo sofre mais, porque atende basicamente aqueles que não têm como alternativa aos planos de saúde, a demora para as consultas especializadas e cirurgias eletivas, criam enorme desgaste para as pessoas, é em torno dessas questões que o eleitor deve definir seu voto, quem tem melhores propostas para essas áreas.

A grande obra estruturante que daria outra funcionalidade ao trânsito de Belo Horizonte é o metrô, você tem razão. Nós ouvimos durante todos esses anos promessas sobre o metrô que não saíram do papel, é preciso que aja uma enorme vontade política, já que essa obra depende fundamentalmente de verbas federais há fundo perdido, e a forma de conseguir é a pressão popular apresentando propostas concretas para viabilizar a conclusão do metrô.

Abaixo segue a participação de Sérgio em comissões e CPIs no Congresso.

CONGRESSO NACIONAL:

• Comissão Mista Aplicação TJLP sobre Empréstimos de Fundos Regionais: Titular;
• Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização: Titular-;
• Comissão Mista Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional: Suplente;
• Comissão Mista Mecanismos de Fomento à Atividade Audiovisual: Suplente;
• Comissão Mista NTN - Aumento de Capital: Titular;
• CPI Mista Denúncias na Destinação de Recursos do Orçamento da União: Suplente;
• Comissão Representativa do Congresso Nacional: Suplente;
• CPMI: Evasão de Divisas: Suplente.


CÂMARA DOS DEPUTADOS: COMISSÕES PERMANENTES:

• Agricultura e Política Rural: Titular;
• Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática: Titular e Suplente;
• Constituição e Justiça e de Cidadania: Titular, -3/2005, 3/2005-3/2006, 3/2006-;
• Constituição e Justiça e de Redação: Suplente e Titular; Educação e Cultura: Suplente, -3/2005;
• Finanças e Tributação: Titular e Suplente 3/2005-3/2006, 3/2006-

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